
J. L. Benício. É o cara que fazia as capas dos livros de bolso da Monterrey, lá pelos anos 70. Putaquilamerda, como diria papai. FBI, As Aventuras de Brigitte Montfort, caramba, aprendi a ler nesses livrinhos. A ler e a imaginar o sexo em termos como dardo latejante, ao invés de sementinha. Roubei o tal que tinha dardo latejante, claro; era da coleção da Tinês.
A imagem veio daqui.
11 comentários:
linda!
deliciosa!
o benício não fazia posters de filmes também?
tenho a impressão que sim.
alberto, a Brigitte é mesmo maravilhosa, né?
ele fazia pôsteres sim, e muitas outras coisas. no site de onde tirei a imagem tem uma foto do pôster que ele fez para A Super Fêmea, com a Vera Fischer, e mais umas ilustras bacanas que ele fez pra Playboy.
e eu aprendi a tocar punheta olhando as capas do Benicio. Brigitte Monfort é a filha de Gisele, a espiã nua que abalou Paris.
os livrinhos podiam ser emocionantes, mas, realmente, Sergio, as capas eram pelo menos metade do prazer. E a Giselle é que é filha da Brigitte, viu?
num é não, babe, Gisele é a mãe (ooops!).
:D
Veja aqui:
http://www.andrashop.com.br/index.asp?secao=1&categoria=79&subcategoria=143&id=3772
ô, cáspita, vc tá certo, tá na capa do livro, não tem nem o que discutir. perdão. quisera eu ser a filha da Gisele e tomar Dom Perignon pra relaxar...
Eu tbém comecei a ler com esses livrinhos da Tinês, me imaginando com a arma de cabo de madrepérola atada à coxa... sexy demais...
Delícia...
nossa, essa arma na coxa, realmente, coisa mais fetichista...
Su, vc lembra da gente lendo na rua, com as meninas, com gostinho de coisa errada?
Eu lembro... e da gente lendo de madrugada, em silêncio pra não acordar nenhum adulto...
Eu queria ser a Brigitte!!!
Eu gostava das capas daquelas revistinhas femininas, tipo Momentos Íntimos, era sempre a maior volúpia! Poxa... Pena nunca ter me interessado sobre quem fazia. Vendo vc comentar do ilustrador com tanto carinho me senti meio bruxa agora.
b., momentos íntimos, julia, sabrina, essas porras foderam com a minha vida sexual (rrss)por um bom tempo. demorei a entender que não tinha sinos tocando, nem halo de luz, aquela parafernália toda...
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