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Quarta-feira, Junho 30, 2004.
Ontem o centro de São Paulo estava cabuloso. Tô passando numa esquina, ouço gritos. Fiscais estouram uma boiada de camelôs ilegais. Nego dispara pra tudo quanto é lado empurrando carrinho de fruta, carregando tabuleiro de muamba, banca desmontável, o escambau. Sai da frente. Saltei pra dentro de um bar e puxei uma mulher pelo braço antes que fosse atropelada por um carro de laranjas [obrigada não, minha senhora, vai baixando a calcinha]. Na frente do fórum, uma puta assembléia de funcionários da justiça exigindo mais grana. Trio elétrico, apitos, polícia, o diabo. Me perco na multidão. Só as putas que passam o dia por ali permanecem inabaláveis. Programa incluindo hotelzinho, 50 merrecas. Anal, 100. Chupetinha não tem. Uma delas é loira, nome de guerra Monica, belos olhos verdes. O problema é que um deles olha pra zona oeste, outro pra zona norte. Só fodendo mesmo, pra ganhar a vida. Boceta não tem olho, e se tiver você trate de sair correndo. Cu zarolho nunca vi. E antes que venham novos emails perguntando: não, não vi a Cristina. Digamos que descafeinei. Daquele café não bebo mais.
Sergio Faria...8:30 AM "
Ele diz que é porcaria velha. Eu digo: pobrema da senhora, mora? Adoro.
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4 comentários:
bahh...tem nego qua adora jiló, uns doidos que gostam de pés e tem gente até que adora Barão Vermelho! eu também gosto de dizer que a produção antiga é ruim pras cocotas falarem que adoram...vez em quando dá certo, sabia?
ai, que fofo, ciúme!
nuoooosssa...amei.
beijos!
entendo, eu amo. beijo, moça.
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