_ Por favor, me come agora, me deixa sentir você. Por favor. Por favor.
_ Anda, vira.
Estrelas. Noite nas montanhas.
_ Ai, assim? cuidad...
_Shhh. Quietinha.
No escuro, só a cigarra: ciciiciiiciiiiciiiiiiiiiciiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Até estourar.
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2 comentários:
ah que cena deliciosa
cá imagino os tons das palavras.
cigarras por aqui tb!!!
Certo setembro, em Brasília, andava sob as árvores e perguntei pra minha amiga: qué isso, tá garoando? Ela: não, é o mijo das cigarras... Uma loucura esse som dia e noite transformando a vida, me dava uma impressão de realidade alterada. Beijo, querida.
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