23.9.07

A Navegar

Doce Senhora, me leva. Da poeira de Tua passagem quero ser grão, e quase cega seguirei teu rastro.
Agradeço, Senhora, os sabores doces e os amargos postos em lugar e hora tão certos. Eu chamei descrente e quando achei que caía precipitei-me sobre Ti.
Danço contente.

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A minha Senhora é toda amor e proteção. Sob Sua guarda sou livre e sigo farejando a vida. Cadelinha de chácara, sabe? Brincando, espantando os bichos e vez por outra prendendo o nariz onde não foi chamado. Aos poucos aprendo.

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