Quem nunca meteu a testa na quina de um armário, porta ou prateleira, não tropeçou na rua, errou no make-up ou no perfume?
Uma vez grampeei o dedo. Brincava distraída com o que havia sobre a mesa, enfiei o dedo na boca do bicho e soltei o peso da mão por cima. As asneiras que a gente faz ou a que é submetido, porque bater com a canela ou o cotovelo não é coisa pra se chamar de inteligente ou de esperta.
Não posso reclamar do destino. A distração é que me trai.
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