Quebra cabeça em madeira, do Eduardo Verderame""Assim, quanto menos o indivíduo se encontra integrado à sociedade, maior a possibilidade do suicídio egoísta se manifestar:
"Quanto mais se enfraqueçam os grupos sociais a que ele (indivíduo) pertence, menos ele dependerá deles, e cada vez mais, por conseguinte, dependerá apenas de si mesmo para reconhecer como regras de conduta tão-somente as que se calquem nos seus interesses particulares. Se, pois, concordarmos em chamar de egoísmo essa situação em que o eu individual se afirma com excesso diante do eu social e em detrimento deste último, podemos designar de egoísta o tipo particular de suicídio que resulta de uma individuação descomedida” (Durkheim, O Suicídio, apud NUNES, 1998.) "" (daqui)
Pois eis que é mesmo o pacto social que nos mantem atados à vida. Que livre arbítrio o caralho. Causar a dor alheia é um grande tabu, e nem discuto se é certo ou bom. Que seria se admitíssemos o direito ao suicídio? De toda forma, há que morrer mesmo muita gente todo o tempo, ou não vai caber todo mundo.
Brindemos.
4 comentários:
oi carol.estou te acompanhando assim. parabens atrasado. beijos e muitas saudades!! biancka
biancka! vou te escrever,péra aí.
por mim...
rrss, pô, franka...
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