14.5.07

Olha, podem me chamar de Camila, Kalorina, o que for. Nada me soa tão mal quanto Caroline.
Então.
Marido e mulher, ressacudos, chegam pra feijuca convidados pela boa amiga. Sentam de canto apesar de conhecerem a maior parte do pessoal, mas ressaca é ressaca, quem nunca teve que atire a primeira pedra. Além do mais, chegando às cinco pra feijuca marcada pra uma estão no horário para a festa – é Brasil, é festa, é feijuca -, mas anos-luz atrasados diante da bêbada alegria que comanda o pagode dos demais. O Gui, cantor, gente boníssima, olha de longe a farra, tenta espantar a dor de cabeça com mais um prato de feijão. E eis que ouve: “Ô namorado da GrazilelYYYYYYYYY”, “Vem cantar, namorado da GrazielYYYYYYYY!”. Ahahahahaha. Ahahahahaha. Claro, torceu ainda mais o nariz, a dor de cabeça parece que ferrou de vez, nem a pau, nem a pau.

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